Thursday, May 26, 2011

Eu às vezes precipito-me...

Nem Vietnam nem Mongólia... Não volto a anunciar viagens, é que pelos vistos dá azar.

Se a ida à Indochine, foi adiada sine die por falta de dias de férias da Sra. Sun Tzu, já a ida à Mongólia foi cancelada, na véspera, por um daqueles azares da vida.

Conclusão, tenho 2 semanas de férias para gozar e, querendo aproveitá-los aqui pela zona, não sei o que fazer.

Já desafiei um ou outro possível camarada mas, até agora, nada de resultados!

Aceitam-se sugestões de sítios a visitar, as quais terão de respeitar os seguintes critérios:

1. Ser fora da Europa;
2. Durante duas semanas;
3. Não pode constar das listas dos locais "Já há" nem dos locais "Não há mas vai haver", que se encontram na barra lateral!
4. Não pode ficar a uma distância superior a 6-8 horas de avião!
5. Países do Médio Oriente não contam pois dizem que por lá aquilo anda um pouco calmo!
6. Koreia do Norte e Fukushima, não obrigado!

Sun Tzu agradece antecipadamente a todos aqueles que apresentem as suas sugestões.

Thursday, May 5, 2011

5 days to Mongolia

Falta pouco... muito pouco.

Os planos de visitar o Vietnam foram por água a baixo. A abertura do Galaxy no próximo dia 15 de Maio impediu a senhora Sun Tzu de tirar férias nesta altura.

Mas a viagem à Mongólia, essa, mantém-se! Sun Tzu e seu camarada Ma Si Ka, sem as respectivas esposas, sublinhe-se, preparam-se para a grande aventura!

É já na Terça-feira que parto de Zhuai até Pequim onde me encontrarei com Ma Si Ka. Temos de ficar na China até sábado para tratar do visto para o país de Genghis Khan.

Aproveitaremos esses dias para revisitar a muralha da China e outros sítios ainda desconhecidos.

De Pequim, pelas 7 da manhã de sábado, embarcamos no trans-siberiano rumo a Ulaan Bataar numa viagem de 30 horas.

Chegamos domingo onde nos esperam temperaturas entre os 5 e os -5 Cº, e temos já a primeira noite marcada!

O resto...seja o que Deus quiser!

PS: Ainda não fui e já estou com vontade de lá voltar, tantos são os lugares de visita obrigatória e que, por falta de tempo, não poderemos ver... Está já prometido um regresso!

PS2: Atentem na linha cor de rosa.

Wednesday, April 6, 2011

Vietnam & Mongolia

Vai ser quase um 2 em 1...

De 29 de Abril a 10 de Maio encontram-me no Vietnam.

De 13 a 21 de Maio estarei pela Mongólia de visita aos antepassados dos antepassados magiares.

Em breve darei conta dos percursos.

Tuesday, March 22, 2011

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

Pareceu-me bem partilhar este texto! "Dizem" que é do Mia Couto...

"Um dia, isto tinha de acontecer.

Existe uma geração à rasca?

Existe mais do que uma! Certamente!

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.

Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.

A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.

Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.

Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.

Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.

Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?

Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros ( como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.

Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.

A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.

Haverá mais triste prova do nosso falhanço?

Sunday, March 13, 2011

Mais um...

Friday, March 4, 2011

Nada para contar

Ando há dias a pensar que tenho de mostrar mais actividade aqui no meu 1500. Frustrado, reconheço, por não ter nada para dizer...

Bom, lembrei-me hoje, não ter nada para dizer é sempre um bom tema para partilhar com os (poucos) que me vão lendo.

Pois é, estamos naquela fase do ano em que a única coisa pela qual vou esperando é pelo rápido chegar de mais um aniversário do meu nascimento... coisa triste para quem, já não sendo a criança que anseia o dia para receber a atenção de todos e os presentes dos mais próximos, lhe resta contar mais um, dois ou 37 cabelos brancos que vão aparecendo. Vigorosos, fortes e impinados, os primeiro "brancos" da barba ou do cabelo são assim.

Mais me chateia ainda é o facto de ter de partilhar esta, cada vez mais, triste data com mais 3 colegas de escritório... ao menos podiam deixar a "infelicidade" toda só para mim, mas não... nem nisso tenho o monopólio.

O segundo período de férias do ano está longe... o trabalho, corre bem mas é trabalho. A temperatura não aquece nem arrefece e aqui vamos na treta do dia-a-dia, sem tempo para nada, e quando temos algum, nada queremos fazer.

Não espero visitas, que seriam mui bem-vindas, nem visitarei ninguém em breve. Os amigos, ocupados como eu na labuta do dia-a-dia, lá se vão queixando, como toda a gente, disto e daquilo.

As taxas de juro dos bancos continuam baixas e só a subida do Euro lá vai dando que falar. As notícias da Líbia, por mais intensas que sejam, correm o risco de serem iguais na maçada às do período de incêndios do verão nacional.

No final de uma semana de trabalho, chateado por ter de trabalhar amanhã (sábado), resta-me o conforto de chegar a casa e encontrar o carinho, atenção e muita paciência da minha querida Senhora.

Tuesday, February 22, 2011

Monday, February 21, 2011

Que gelo...

Não sei o que se passa com o tempo. Normalmente, aqui em Macau, há um mês de frio por ano e nada mais.

Costuma estar fresco entre finais de Dezembro até ao ano novo chinês. Mas pelos vistos, desta vez, as temperaturas baixas vieram para ficar... mais uns dias.

Há duas semanas, ainda chegamos a pendurar o sobretudo e as camisolas quentes de lã, mas três dias depois a ameaça de calor não se verificou e as luvas e os cachecóis voltaram a fazer parte da indumentária do nosso quotidiano.

Dizem que esta semana a temperatura vai subir... Assim espero!

Tuesday, February 8, 2011

Kung Hei Fat Choi

Mais um ano novo chinês passou.

No local de trabalho de Sun Tzu, a chegada do novo ano foi festejada devidamente e não faltaram os tradicionais panchões.
Uma barulheira dos diabos!!!


Krabi - Thailand

Esperei ansiosamente por estes 8 dias. Como previ, passaram a correr.
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Saímos no dia 28, pelas 10 da noite, do aeroporto internacional de Macau depois de um jantar no “nosso” lounge.
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Chegamos a Bangkok pela uma e meia da manhã e deveríamos ter à nossa espera o free shutle do hotel onde iríamos passar a noite. Mas nada… Apanhamos então um táxi que nos deixou, depois de 15 minutos de viagem, no nosso destino. Ficámos perto do aeroporto uma vez que no dia seguinte, pelas 10 da manhã embarcávamos rumo a Krabi.
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Chegados ao hotel e após a devida reclamação por nos terem deixados pendurados no aeroporto, conseguimos obter o pequeno-almoço gratuitamente em jeito de compensação.
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Sábado, dia 29, levantamos voo rumo a Krabi numa viagem que durou 1 hora. De autocarro seguimos até Ao Nang e de lá, num Long Tail (barco de madeira com um motor de carro adaptado para a navegação), seguimos para Railay.
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Estava a chover...

Fizemos o check-in e, para nossa agradável surpresa, o hotel estava over booked e por essa razão os senhores tiveram de fazer um upgrade e fomos instalados num dos melhores quartos do hotel – um Privacy Cottage.
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Uma “vila” com jacuzzi ao ar livre, alpendre, espreguiçadeiras e um excelente quarto.

Até segunda-feira os períodos de chuva eram intercalados com pequenas abertas. Sempre que o céu se azulava, corríamos com as toalhas debaixo do braço em busca do tão desejado Rá.
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Na terça-feira o sol veio para ficar. Pudemos, então, desfrutar de toda a vitamina D que nos era transmitida pelos quentes e luminoso raios. Uma baía de sonho. Mar transparente. Vegetação luxuriante. Montanhas altas e verdejantes. Não podíamos estar melhor.


O pequeno-almoço era bom e aproveitávamos para abastecer o depósito até às 2 da tarde. Aí, uma sandes, uma pizza ou um arroz com vegetais à moda Tailandesa serviam de nosso almoço.
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De tarde voltávamos a preguiçar até ao pôr-do-sol.
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Depois de um banho refrescante no final da tarde, jantávamos junto ao mar um peixinho ou umas lulas grelhadas acabadas de pescar ou então uns camarões tigre que pareciam lagostas, acompanhados por um branco fresquinho da Austrália.
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Assim ficamos até sexta-feira. Na boa e relaxada vida. Andamos de kayak sobre as límpidas águas de Krabi. Fomos até à base das montanhas ver os alpinistas preparar a difícil escalada que as paredes íngremes proporcionavam. Visitamos Ao Nang, zona mais turística e mais urbana da zona. Demos mergulhos de hora a hora e apanhamos sol até ficarmos com um aspecto mais saudável.
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Pelas 9 da manhã, com as mochilas às costas, despedimo-nos de Railay e seguimos até ao aeroporto com destino a Bangkok.
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Passamos o fim de semana na caótica capital da Tailândia. Fomos jantar ao “nosso” face (Restaurante, Bar & SPA, de comida Japonesa, Indiana e Tailandesa, num “edifício” típico de madeira com um ambiente muito muito bom) e passamos a noite num bom hotel no centro da cidade.
Às 9 da manhã fomos violentamente acordados pelas senhoras da limpeza que, enquanto aspiravam os corredores, batiam furiosamente com o aspirador na porta do nosso quarto.
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Tal facto valeu mais uma reclamação no momento do check out.*
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Durante o dia de Sábado, fomos até ao Weekend Market e maravilhamo-nos, outra vez, com a oferta de produtos de toda a espécie e feitio. Uma espécie de medina marroquina, ruazinhas estreitas cheias de gente, barracas de um lado de outro cujos donos chamavam todo e cada transeunte que passava. Os preços são para discutir… sempre. Consegue-se, em média, uma descida de 30% a 50% no valor originalmente pedido pelos vendedores.

No fim do dia, despedimo-nos de Bangkok com uma merecida e retemperadora massagem num dos milhares de SPAs espalhados pela cidade.
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Jantamos e de seguida apanhámos um taxi com destino ao hotel onde dormimos na primeira noite junto ao aeroporto.
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Acordamos às 4 da manhã e às 7 embarcávamos no voo com destino a Macau.
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Eram quase 11 da manhã quando abrimos a porta de casa. Bêbados de sono, refastelamo-nos no sofá e, com um sorriso nos lábios, assim ficamos o resto do dia.

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Ps: A reclamação feita no hotel em Bangkok foi cordialmente respondida com a oferta de uma noite grátis na nossa próxima visita à capital da Tailândia! Assim, sim. Vale a pena reclamar!

Monday, February 7, 2011

Krabi



O filme não é meu... agradecido ao desconhecido a quem pedi emprestado este video enquanto não apresento as minhas fotos.

Super Bowl XLV Halftime Show

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Wednesday, January 26, 2011